ALBERT EINSTEIN & CIA


10/07/2005


Pensamentos de Einstein

"Não devemos exigir que a ciência nos revele a verdade. Num sentido corrente, a palavra verdade é uma concepção muito vasta e indefinida. Devemos compreender que só podemos visar a descoberta de realidades relativas. Além disso, no pensamento científico existe sempre um elemento poético. A compreensão de uma ciência, assim como apreciar uma boa música, requer em certa medida processos mentais idênticos. A vulgarização da ciência é de grande importância se proceder de uma boa fonte. Ao procurar-se simplificar as coisas não se deve deformá-las. A vulgarização tem de ser fiel ao pensamento inicial. A ciência não pode, é evidente, significar o mesmo para toda a gente. Para nós, a ciência é em si mesma um fim, pois os homens da ciência são espíritos inquisitores. (...) a sociedade torna possível o trabalho dos sábios, alimenta-os. Tem pois o direito de lhes pedir por seu lado uma alimentação digestiva..."
Albert Einstein

"Existe uma coisa que uma longa existência me ensinou: toda a nossa ciência, comparada à realidade, é primitiva e inocente; e portanto, é o que temos de mais valioso."
Albert Einstein

"A vida é como jogar uma bola na parede :
Se for jogada uma bola azul, ela voltará azul;
Se for jogada uma bola verde, ela voltará verde;
Se a bola for jogada fraca, ela voltará fraca;
Se a bola for jogada com força, ela voltará com força.
Por isso, nunca "jogue uma bola na vida" de forma que você não esteja pronto a recebê-la. "A vida não dá nem empresta; não se comove nem se apieda. Tudo quanto ela faz é retribuir e transferir aquilo que nós lhe oferecemos"
Albert Einstein

"Penso noventa e nove vezes e nada descubro; deixo de pensar, mergulho em profundo silêncio e eis que a verdade se me revela."
Albert Einstein

"A ciência sem religião é manca e religião sem ciência é cega."
Albert Einstein

"De absoluto, só a relatividade."
Albert Einstein

"Tristes tempos os nossos, é mais fácil desintegrar um átomo que um preconceito."
Albert Einstein

"Há duas coisas infinitas; o universo e a tolice dos homens."
Albert Einstein

"O ser humano vivencia a si mesmo, seus pensamentos, como algo separado do resto do universo - numa espécie
de ilusão de ótica de sua consciência. E essa ilusão é um tipo de prisão que nos restringe a nossos desejos
pessoais, conceitos e ao afeto apenas pelas pessoas mais próximas. Nossa principal tarefa é a de nos livrarmos
dessa prisão, ampliando o nosso círculo de compaixão, para que ele abranja todos os seres vivos e toda a natureza
em sua beleza. Ninguém conseguirá atingir completamente este objetivo, mas lutar pela sua realização já é por si só
parte de nossa liberação e o alicerce de nossa segurança interior".
Albert Einstein

"Ainda acredito na possibilidade de construirmos um modelo da realidade."
Albert Einstein

"Jamais considere seus estudos como uma obrigação, mas como uma oportunidade invejável para aprender a conhecer a influência libertadora da beleza do reino do espírito, para seu próprio prazer pessoal e para proveito da comunidade à qual seu futuro trabalho pertencer."
Albert Einstein

"A imaginação é mais importante do que o conhecimento."
Albert Einstein

Escrito por Nathan, Michael e Wilson às 22h09
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Obras Científicas mais importantes


Movimento Browniano





Em 1827, o biólogo Robert Brown notou que ao olhar grãos de pólen em água, através de um microscópio, o pólen ziquezagueava por todos os lados. Ele chamou esse movimento em ziguezague de “movimento browniano” em sua homenagem, mas, infelizmente Brown não deu uma explicação para isto. Finalmente em 1905, Einstein trouxe uma explicação para o problema de Brown que era a seguinte: “Todas as coisas em volta de nós são feitas de átomos e moléculas”. A idéia dos átomos existia desde os antigos gregos, o grande químico John Dalton sugeriu que todos as substâncias químicas eram feitas de moléculas pequeninas invisíveis, as quais por sua vez eram compostas de átomos menores ainda. O problema foi que era tudo na teoria, até que Einstein explicou o fenômeno do movimento browniano. Einstein imaginou que o ziguezague dos grãos de pólen no movimento browniano era devido às moléculas de água atingindo os pequenos grãos de pólen. Os grãos de pólen eram visíveis, mas as moléculas de água não. Einstein mostrou também que era possível dizer quantas moléculas atingiam os grãos de pólen e quão rápido elas se moviam, apenas olhando o movimento dos grãos de pólen. Esse trabalho foi importantíssimo porque fez predições acerca das propriedades dos átomos que podiam ser testadas experimentalmente.





Efeito Fotoelétrico



O efeito fotoelétrico é o nome dado á observação de que quando um pedaço de metal é iluminado com luz, uma pequena corrente elétrica flui através do metal. A luz passa sua energia aos elétrons, nos átomos do metal, permitindo a eles se moverem dentro do mesmo, produzindo a corrente. Contudo, nem todas as cores de luz afetam os metais dessa maneira. Não importa quão brilhante uma luz vermelha seja, mesmo assim ela não produzirá nenhuma corrente elétrica em um metal, mas uma luz azul mesmo bem tênue, resultará numa corrente fluindo no metal. O problema com esse resultado intrigante no que concerne a essas duas cores, é que ele não pode ser explicado se a luz é vista do ponto de vista de uma onda. Ondas grandes têm grandes quantidades de energias enquanto ondas pequenas têm pouca. Portanto, se a luz tem um caráter ondulatório, seu brilho afeta a quantidade de energia no sentido de que quanto mais brilhante a luz, maior a onda e mais energia ela terá. Dessa forma, as diferentes cores da luz são definidas pela quantidade de energia que elas possuem. Einstein percebeu que a única maneira de se explicar o efeito fotoelétrico era dizer que a luz, em vez de ser uma onda, como era geralmente aceito até então, é, na verdade, feita de muitos pacotes pequenos de energia chamados fótons que se comportam como partículas. Exemplos de utilização desse efeito fotoelétrico são as portas de elevadores, alarmes de segurança de bancos, segurança de peças de valores em exposições e museus etc.

Teoria da relatividade

Einstein publicou seu artigo sobre a teoria da relatividade especial, segundo o qual nenhum objeto do Universo se distingue por proporcionar um marco de referência absoluto em repouso. A hipótese fundamental em que se baseava era a inexistência do repouso absoluto no Universo, razão pela qual toda partícula ou objeto deve ser descrito mediante uma chamada linha de Universo, que traça sua posição em um contínuo espaço-tempo de quatro dimensões (três espaciais e uma temporal), na qual têm lugar todos os fatos do Universo. Também deduz que o comprimento, a massa e o tempo de um objeto variam com sua velocidade. Assim, a energia cinética do elétron acelerado converte-se em massa, de acordo com a fórmula E=mc2. Em 1915, desenvolveu sua teoria da relatividade geral, na qual considerava objetos que se movem de forma acelerada um em relação ao outro, para explicar contradições aparentes entre as leis da relatividade e a lei da gravitação. A teoria da relatividade especial afirma que uma pessoa, dentro de um veículo fechado, não pode determinar, por meio de nenhum experimento imaginável, se está em repouso ou em movimento uniforme. A da relatividade geral afirma que, se esse veículo é acelerado ou freado, ou se faz uma curva, o seu ocupante não pode assegurar se as forças produzidas se devem à gravidade ou a outras forças de aceleração.

Escrito por Nathan, Michael e Wilson às 19h42
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Sionismo e o Pacifismo

O sionismo é uma ideologia que expressa o profundo anelo dos Judeus de todo o mundo por sua pátria histórica – Sion significa a Terra de Israel.

O pacifismo é um sistema dos que propugnam pela paz mundial pelo desarmamento das nações.

O cientista aproveitou todo esse seu prestígio para engajar-se social e politicamente. Ele apoiou o sionismo e o pacifismo em todas suas manifestações, amparando iniciativas e ações através de sua fama, na esperança de conquistar e ampliar direitos democráticos. Contudo, com a vitória do nazismo na Alemanha, Einstein e seu trabalho passaram a ser difamados. Isso contribuiu fortemente para sua emigração para os Estados Unidos, no outono de 1933, de onde anunciou que jamais retornaria à Alemanha.



Einstein sempre esteve ao lado do desenvolvimento científico e da luta pela paz
Sua luta pela paz continuou também em solo norte-americano. Seu feito mais conhecido foi o envio de uma carta ao presidente dos Estados Unidos, Franklin D. Roosevelt, alertando-o sobre a possibilidade de a Alemanha construir uma perigosa arma de destruição em massa, a ainda desconhecida bomba atômica.

Escrito por Nathan, Michael e Wilson às 19h21
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Postura religiosa de Einstein

Muitas vezes “acusado” de ser ateu e de introduzir a duvida a respeito de Deus, Albert Einstein elaborou e seguiu um pensamento religioso complexo e profundo, entendendo que a religião e a ciência eram complementares.



Quando se pretende falar da relação entre Albert Einstein e a religião, é inevitável lembrar uma de suas frases mais famosas: “A ciência sem a religião é manca; a religião sem a ciência é cega”. Isso seria mais do que suficiente para se perceber que o cientista tinha uma relação especial com a religião.


O SENTIMENTO RELIGIOSO SURGIU CEDO EM EINSTEIN, e ele chamou essa fase de sua infância de “paraíso religioso”, mas existem dúvidas quanto a como ele teria se desenvolvido. Quando os pais resolveram que ele devia conhecer o judaísmo, contrataram um parente distante para ensiná-lo e, segundo Maja, irmã de Albert, foi esse parente que despertou nele o sentimento religioso. Já Alexander Moszkowski, que escreveu a primeira biografia de Einstein, em 1920, afirmou, baseado em conversas pessoais com o cientista, que esse sentimento foi despertado após seu maior contato com a natureza, depois que a família se mudou de Ulm para Munique. O mesmo biógrafo também disse que a música desempenhou papel importante nesse sentimento religioso de Albert.





MAIS OU MENOS NA MESMA ÉPOCA em que falava sobre sua crença em Deus, Einstein também era acusado de ser um ateu, especialmente numa discussão provocada pelo cardeal O’Connell, arcebispo de Boston, ao advertir os membros do Clube Católico Americano da Nova Inglaterra a não lerem nada sobre a Teoria da Relatividade, uma vez que ela era “uma especulação confusa, que produz a dúvida universal sobre Deus e Sua criação (...) e encobre a assustadora aparição do ateísmo”.

O rabino Herbert S. Goldstein, da Sinagoga Institucional de Nova York, reagiu enviando um telegrama a Einstein pedindo que ele respondesse à simples pergunta: “O senhor acredita em Deus?” A resposta foi: “Acredito no Deus de Espinosa, que se revela na harmonia ordeira daquilo que existe, e não num Deus que se interesse pelo destino e pelos atos dos seres humanos”. Em última análise, pode se dizer que é uma resposta e um ponto de vista que se aproxima bastante de muitas posturas religiosas ou espiritualistas da chamada Nova Era, com um abandono do Deus pessoal.

Max Jammer alerta para o fato de que Einstein sempre estabeleceu uma distinção nítida entre sua descrença num Deus pessoal, de um lado, e o ateísmo, de outro. Num texto em que comentava um livro que negava a existência de Deus, Einstein disse: “Nós, seguidores de Espinosa, vemos nosso Deus na maravilhosa ordem e submissão às leis de tudo o que existe, e também na alma disso, tal como se revela nos seres humanos e nos animais. Saber se a crença em um Deus pessoal deve ser contestada é outra questão. Freud endossou essa visão em seu livro mais recente. Pessoalmente, eu nunca empreenderia tal tarefa, pois essa crença me parece preferível à falta de qualquer visão transcendental da vida. Pergunto-me se algum dia se poderá entregar à maioria da humanidade, com sucesso, um meio mais sublime de satisfazer suas necessidades metafísicas”.







Fica mais do que claro que Einstein não era e nem tinha qualquer apreço pelo ateísmo. Como Jammer destaca, ele não questionava a utilidade da educação religiosa, mas se opunha a ela – como no caso de seus filhos – “quando desconfiava que o principal objetivo era ensinar cerimônias religiosas ou ritos formais, em vez de desenvolver valores éticos”.


Einstein não desrespeitava as religiões estabelecidas, mas apenas não concordava com elas. Jammer diz que ele venerava os fundadores das grandes religiões, e isso pode ser visto numa mensagem que enviou à Conferencia Nacional de Cristãos e Judeus, em 1947. “Se os fieis das religiões atuais”, escreveu Einstein, “tentassem sinceramente pensar e agir segundo o espírito dos fundadores dessas religiões, não existiria nenhuma hostilidade de base religiosa entre os seguidores dos diferentes credos. Até os conflitos no âmbito da religião seriam denunciados como insignificantes”.

Hoje em dia, muitos religiosos dizem exatamente isso, tendo em vista a situação explosiva em que p mundo se encontra, em grande parte devido a conflitos religiosos. Na religião de Einstein, os conflitos seriam impossíveis de existir.

Escrito por Nathan, Michael e Wilson às 19h10
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Obras Literárias de Eisntein

*Notas autobiograficas
*Albert Einstein o lado humano
*Como vejo o mundo
*O pensamento vivo de Einstein
*ABC da relatividade
*As idéias de Einstein
*Escritos da maturidade
*Evolução da Fisíca

Escrito por Nathan, Michael e Wilson às 18h31
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